Encontro integra agenda da entidade com instituições beneficiadas por suas ações sociais
A diretoria do Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) visitou, na manhã desta sexta-feira (18), o Programa Verde Vida, em Chapecó. O grupo conheceu os projetos mantidos pela instituição, acompanhou parte das atividades e reforçou a parceria entre as entidades. Participaram do encontro a presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, a diretora social do Núcleo, Celita Matielo e a tesoureira Cláudia Moita, recebidas pelo presidente do Verde Vida, Luiz Eduardo de Carvalho e pelo coordenador da Área Social do Programa, Odair Balen.
A visita integra uma série de encontros promovidos pelo Nucleovet com organizações beneficiadas por suas ações sociais. De acordo com a presidente Aletéia, a proposta é acompanhar os projetos apoiados e conhecer a estrutura e o atendimento oferecido à comunidade.
“Conversar com as equipes e acompanhar os projetos nos permite compreender melhor o alcance dessas ações. O Verde Vida mantém um trabalho contínuo com crianças e adolescentes, além de uma atuação importante na área ambiental. Para o Nucleovet, essa aproximação também ajuda a qualificar as parcerias que mantemos com a comunidade”, destaca.
As ações sociais acompanham os eventos e demais atividades promovidas pelo Nucleovet. A entidade direciona parte dos recursos arrecadados para organizações que desenvolvem projetos permanentes na região. O Verde Vida será uma das instituições beneficiadas com recursos provenientes do 15º Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite (SBSBL), que será realizado de 6 a 8 de outubro, em Chapecó (SC).
“Aprendemos muito na visita de hoje. Todo esse trabalho do Verde Vida de reaproveitamento de materiais nas oficinas com as crianças e o processo de encaminhamento dos resíduos para reciclagem é fundamental para a sociedade. Poder contribuir nos honra e nos fortalece”, sublinha Aletéia.

VERDE VIDA
Criado em 1994, o Verde Vida atua nas áreas social, educacional e ambiental. O programa atende 185 crianças e adolescentes de 6 a 17 anos em situação de vulnerabilidade social, com atividades no contraturno escolar.
A programação inclui oficinas culturais, artísticas, esportivas e educativas, além de ações voltadas à convivência e ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários. O trabalho amplia oportunidades de formação e desenvolvimento para o público atendido. A instituição também desenvolve ações voltadas à preparação de adolescentes para o mercado de trabalho. As atividades incluem formação pessoal e profissional, com foco na autonomia e na inserção dos jovens em novas oportunidades.
“Fazemos o que o Estado não consegue fazer, a um custo bem menor. Viabilizamos oportunidades. Costumo dizer que a gente mais vence do que perde. Muitas crianças e adolescentes saem daqui e conseguem um emprego, melhorar de vida e criar condições de crescimento. É aí que a gente vence”, destaca o presidente do Programa, Luiz Eduardo de Carvalho.
Na área ambiental, o Verde Vida mantém projetos relacionados à coleta e separação de resíduos, educação ambiental e reaproveitamento de materiais. Essa frente integra a proposta do programa de associar inclusão social e sustentabilidade. De acordo com Carvalho, o Programa coleta 300 toneladas de resíduos por mês e encaminha 95% para reciclagem. “Apenas 5% é rejeito e vai para o aterro, o que mostra a importância deste trabalho para o meio ambiente”, ressalta o presidente.
Carvalho adianta que o Verde Vida busca a ampliação da estrutura, com construção de novas salas para dobrar a capacidade de atendimento. “Nossa capacidade de atendimento é de 160 crianças e adolescentes, mas já estamos com 185, além de uma fila de espera com mais de 60 crianças. Toda ajuda da sociedade civil contribui para a ampliação da nossa estrutura e do nosso atendimento”.
O coordenador da Área Social do Verde Vida, Odair Balen, afirma que a participação de entidades parceiras contribui para a continuidade do atendimento. “O Verde Vida trabalha diariamente com ações de formação, convivência e preparação para o futuro. O apoio de entidades como o Nucleovet fortalece essa rede e ajuda a manter os projetos em funcionamento. A visita também permite que os parceiros conheçam de perto como esse trabalho acontece e qual é o seu alcance na comunidade”.


Fotos: Keli Magri/MB Comunicação


